Plitvička Jezera – um lugar mágico

Após o passeio matinal e uma voltinha nos baloiços em Zadar, fizemo-nos à estrada em direção a Plitvička Jezera, o famoso Parque Nacional com imensas cascatas e vários quilómetros para percorrer a pé. Chegamos já por volta das 13h30.

Em Plitvice fizemos um trilho durante a tarde em que chegámos, passámos a noite relativamente perto do parque (provavelmente no melhor alojamento que tivemos durante esta semana) e voltámos no dia seguinte para fazer outro trilho.

Existem restaurantes nos dois pontos de entrada para o parque, com alternativas a vários preços, com o qual varia também a qualidade do que se come.

Para entrar no parque é necessário comprar bilhete, sendo que existem várias opções, consoante a rota e quilómetros que estejam dispostos a percorrer.

Podem consultar no site oficial quais os trajectos que preferem. Nós optámos por fazer o trajecto B no primeiro dia e o E no segundo.

Neste site têm todas as informações necessárias sobre o parque e tudo o que o compõe.

Resumidamente, este é o maior e mais antigo parque nacional da Croácia. O parque é coberto principalmente de vegetação florestal. A parte mais atraente do parque, os 16 lagos, cobre pouco menos de 1% da área total do parque . Alguns destes lagos terminam em maravilhosas cascatas.

O Parque Nacional dos Lagos Plitvice oferece aos visitantes sete rotas diferentes para percorrer o sistema lacustre e quatro trilhos para caminhadas, estando aberto durante todo o ano. Todos os visitantes são obrigados a seguir as instruções presentes nos painéis de informações, a manter-se nos trilhos marcados e a não deixar vestígios de sua visita, como lixo ou marcação de qualquer forma.


Primeiro dia – 4000 m

Chegámos à entrada N1, estacionámos e fomos almoçar. O único restaurante perto desta entrada, muito agradável e super quentinho!!

Já eram 14h30 e na bilheteira disseram-nos que já só dava para fazer um dos percursos, de 4 kms. Hum, basta! Os 4 kms não são feitos na totalidade a pé, pois pelo meio andamos num barco e depois num autocarro. Acabámos às 18h, hora de encerramento do parque.

Quando iniciámos a caminhada, começámos logo a ficar deslumbrados com a magia deste local. O som constante da água a correr, a enorme quantidade de cascatas de vários tamanhos e feitios que se avistam logo lá de cima, a transparência dos lagos, a vegetação exuberante… uma harmonia perfeita com que a natureza nos presenteou, que nem o elevado número de pessoas conseguiu abalar.

Dirigimo-nos à maior cascata do parque, de facto imponente, daí ser difícil tirar uma fotografia sem apanhar uma pessoa no meio, mas com algum esforço e paciência, lá se consegue.

No entanto, após a visita desta cascata, a multidão dispersa, e torna-se possível contemplar o silêncio da natureza junto aos lagos e admirar a transparência das suas águas. Acho que nunca tínhamos visto água tão transparente.

A Rita continuava a sua brincadeira preferida dos passeios nestas férias… pedras.

A juntar a toda esta descrição harmoniosa da natureza, como fomos no Outono, a vegetação estava lindíssima. Vários tons de castanho, típico das folhas no Outono, misturados com tons verdes…e tudo isto a fazer o efeito “espelho” nos lagos.

É possível fazer o trilho com carrinho de criança. Nós fizemos, mas aquele carrinho… nunca mais foi mesmo… Além disso, não sei o que custa mais, ela ir às cavalitas, ou ter de andar a tirar e por no carrinho e carregar dois pesos consideráveis. Em vários sítios não era possível circular com carrinho, ou devido a pedras, ou a escadas. Então a rotina era: tira a Rita do carrinho, desmonta-o e um carrega o carrinho, outro leva a Rita ao colo ou às cavalitas. Volta a montar o carrinho e a por a Rita no mesmo…e assim sucessivamente.

Se voltássemos atrás, o carrinho tinha ficado no porta-bagagem do carro.

A terminar o dia, um spot de onde se tira a fotografia “postal” mais conhecida deste parque.


Segundo dia – 5100 m

No segundo dia, não aprendendo com os erros e com o receio da chuva, que estava a ameaçar, voltámos a levar o carrinho. E foi tão pior… O trilho no segundo dia foi mais longo e mais difícil para se fazer com carrinho. A paisagem, a natureza, essa continuou a presentear-nos com a sua beleza, mas o cansaço foi enorme e as 2 horas de carro para Zagreb souberam mesmo bem só pelo facto de irmos sentados.

Mas como a vida nos tem ensinado… quanto mais difícil é chegar ao destino, melhor ele é. Menos pessoas, mais natureza.


Vila Zizzy

Adorámos! Desde a simpatia, a atenção, a todo a aconselhamento dado…

A casa era simplesmente adorável, com lareia, decorada de forma tão acolhedora que deu vontade de ficar uma semana neste refúgio.

Quem diria que à uns dias nos estávamos a banhar no Mar Adriático e agora estávamos à lareira…

Nem saímos para jantar, o Luis foi buscar comida a um restaurante e jantámos por casa, na companhia de um belo Chardonnay, seguido de um digestivo caseiro oferecido pela anfitriã, daqueles que só o Luis é que consegue beber.

Uma refeição descansada sem o stress de restaurantes. E tanta falta que isto nos estava a fazer… já lá iam 6 dias a comer em restaurantes, almoço e jantar… soube mesmo bem…

Terminamos este post com o link para o Airbnb onde podem reservar. Se vão para estas zonas, este é “o sítio”! De todos os 5 alojamentos em que estivemos durante a nossa estadia na Croácia, este está bem lá no topo, com uma diferença enorme para os restantes.

A nossa roadtrip pela Croácia já está a terminar… Próximo e último destino Zagreb!!

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