Açores – Uma Pérola no Atlântico

Açores, arquipélago composto por 9 ilhas, das quais tivemos oportunidade de visitar duas, Ilha de São Miguel e Ilha das Flores. A primeira, que nos encanta com a Lagoa das Sete Cidades e os seus lagos vulcânicos. A segunda, que nos delicia com a sua natureza tão virgem e repleta de cascatas.

Ficou a certeza que voltaremos para conhecer mais e melhor esta autêntica pérola.

Fomos em Junho de 2015.

A reserva dos voos foi realizada através da Sata, utilizando a opção multi-city para o seguinte trajecto:

  • Lisboa – Ponta Delgada
  • 4 noites na Ilha de São Miguel
  • Ponta Delgada – Flores (com escala na ilha do Faial)
  • 3 noites na Ilha das Flores
  • Flores – Lisboa (com escala na ilha do Faial)

Na viagem entre Lisboa e Ponta Delgada, o voo foi operado pela TAP e fomos presenteados com uma surpresa muito agradável. Ao embarcar, sem saber porquê, fizeram-nos um upgrade para a classe executiva, o que resultou em um pouco mais de espaço para as pernas…e para a Rita brincar.


Aluguer de Carro

Normalmente fazemos reservas de carros através do RentalCars. No entanto, verificámos que conseguíamos melhores preços através de empresas de rent-a-car locais.

Sendo assim, optámos pela Micauto para a Ilha de São Miguel e pela Ilha Verde para a Ilha das Flores.


Ilha de São Miguel – Casa de Baco

Quanto ao alojamento, na ilha de São Miguel, fizemos uma pesquisa no site Airbnb, e optámos por uma casa rural,  Casa de Baco, por 4 noites. Uma casa rodeada de pastos verdes, com uma decoração fantástica de produtos de madeira. O ponto forte é sem dúvida a área exterior.


Ilha das Flores – Aldeia da Cuada

Na Ilha das Flores, optámos pela Aldeia da Cuada.

A Aldeia da Cuada é sem dúvida um refúgio, um segredo muito bem guardado… um paraíso…

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Esta aldeia foi abandonada nos anos 60, quando todos os seus habitantes emigraram essencialmente para a América. Nos anos 80, um visitante quis restaurar uma das casas. Foi só inicio! Acabou em 2000 com 15 casas restauradas  e estatuto de aldeia protegida e foi classificada pelo Governo Regional dos Açores como património cultural com interesse histórico, arquitectónico e paisagístico. 

Ficámos na casa Maria José, todas as casas têm o nome dos ex-proprietários.

Tudo foi minuciosamente pensado… conseguiram manter o estilo rústico do passado, mas com as necessidades de conforto do presente. Todas as casas são de pedra como as antigas, não existem carros, todo o trilho de pedras entre casas se manteve.

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Usam um tipo de “carro de mão” para puderem transportar as malas dos hóspedes por este trilho.

Um local onde nos encontramos com a natureza, onde não existe televisão, onde reina a paz e o silêncio. Este, era apenas interrompido pelo som dos cagarros, nunca os vimos ao vivo, mas tinham um som tão característico e cómico. Som que vamos sempre associar a esta Aldeia.

Com uma vista privilegiada para as cascatas do poço da Alagoinha…

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E do outro lado, sendo a aldeia habitada localizada no extremo mais ocidental da Europa, falésias íngremes com o infinito do oceano atlântico.

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Uma aldeia ideal para nos desconectarmos da agitação do dia-a-dia, para apreciar sem pressas… Onde sem pressas, aproveitámos cada momento com a Rita, onde ela explorou,brincou, onde pode ser livre sem preocupações…

Sem dúvida, e não me querendo repetir, mas já o fazendo, um refúgio… um paraíso.

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