Rio de Janeiro – Dia 2

Corcovado e Pão Açúcar

Neste 2º dia, o taxista foi-nos buscar, conforme já combinado, para nos levar ao Corcovado.

O Corcovado é um dos “morros” da cidade, fica localizado no Parque Nacional da Tijuca e apresenta 710 metros de altura, e posso-vos dizer que só de ver as vistas magníficas sobre o Rio de Janeiro, que só por isto, já valeu a pena vir ao Rio. O topo do morro permite uma vista panorâmica do centro da cidade do Rio de Janeiro, entre elas do morro do Pão de Açúcar, da Lagoa Rodrigo de Freitas, da praia de Copacabana , da praia de Ipanema, e de várias favelas das zonas sul, norte e central da cidade.

É também aqui que está situada  uma das sete maravilhas do mundo, a Estátua de Cristo Redentor, com 38 metros de altura.

Um problema, que costuma por vezes acontecer, é o aparecimento de uma neblina que impede de ter as melhores vistas e tirar boas fotos.

Fomos cedo, o que nos permitiu “fugir” ao aglomerado de pessoas que se encontravam na altura que em saímos.

Ficámos cerca de uma hora e daqui o taxista levou-nos ao acesso para o Morro da Urca.


Morro da Urca e Pão de Açúcar

Aqui podemos visitar os dois morros, o da Urca e o do Pão de Açúcar. O acesso ao topo dos morros é efectuado pelo “Bondinho” do Pão de Açúcar.

O morro da Urca  tem 220 metros de altura, e tem no seu pico a primeira paragem do “Bondinho” em direção ao Pão de Açúcar.

Do alto do Morro da Urca é possível fazer voos panorâmicos de helicóptero.

Hora de comer, com uma vista simplesmente maravilhosa!!

Para quem estiver interessado, no Morro da Urca, existem restaurantes.

Ficámos por ali um pouco, a passear e a apreciar as lindas paisagens.

De seguida fomos até ao acesso do” Bondinho”, para irmos então até ao Pão de Açúcar.

O Morro Pão de Açúcar fica 396 metros do nível do mar e oferece-nos uma deslumbrante paisagem, incluindo a enseada de Botafogo, a orla de Copacabana e a entrada da Baía de Guanabara.

De volta ao Morro da Urca, ainda demos por lá mais umas voltinhas, e vimos a exposição permanente “Cocuruto – a história de um fio”, espaço cultural a céu aberto, que conta a história dos teleféricos.

Após a visita aos morros, pedimos ao motorista que nos tinha levado para nos deixar no Jardim Botânico. A ideia era almoçar e passear pelo jardim.

Almoçámos dentro do Jardim, no único restaurante que havia, mas já não fomos fazer a visita ao mesmo. O céu estava a ficar muito escuro e parecia que ía cair uma valente carga de água. Como não estávamos prevenidos para chuva, optámos por regressar ao hotel, apanhando um táxi na rua.

Ao chegar ao hotel, pensando que a Rita estava muito cansada, fomos para o quarto. Assim que fechamos a porta, começa aos gritos e a bater na porta “não, não…eu qué passeari”.

Sendo assim, lá fomos dar uma voltinha bem agradável a pé pelo calçadão da praia de Copacabana.

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