Rio de Janeiro – a chegada

Quando chegámos ao aeroporto do Rio de Janeiro já tínhamos o motorista, que tínhamos reservado com antecedência, à nossa espera. Na altura da reserva, referimos que íamos com uma criança de 15 meses, e que queríamos cadeira de viagem para o transporte. A informação não chegou… não havia cadeira de viagem… claro que stressamos um pouco, é uma questão de segurança, estamos habituados e somos obrigados por lei a andar de cadeirinha no carro.

Pois, parece que o uso de cadeirinha só é obrigatório em carros particulares, mas em táxis e Uber os bebés e crianças podem ser transportados fora das cadeirinhas sem que o proprietário seja multado (nunca andei em Portugal de táxi ou Uber com a Rita, mas passa-se exactamente o mesmo).

Inspira, expira… ela vai ao nosso colo, antigamente também assim era, agora é que estamos educados para esta obrigatoriedade da cadeirinha… Mas por mais que tentemos pensar assim, nem tudo é tão simples… a miúda não parava quieta! Pois claro, olhem lá a novidade de estar sentada nos bancos traseiros de um carro sem cinto! Sem estar presa! Escusado será dizer que quando voltámos a Portugal, foi um filme voltar a pô-la numa cadeirinha do carro. Foram só 3 dias que ela andou sem cadeirinha… ainda dizem que a memória das crianças é curta!!!

Chegámos ao hotel e lá nos fomos instalar.

Seria de esperar que a Rita estivesse completamente de rastos, cansada, com sono… pois, não aconteceu… ela pulava, ela corria, ela brincava… estávamos nós mais cansados que ela.

Era perto da hora de jantar quando chegámos ao hotel, sabíamos que perto do hotel havia restaurantes, por isso lá fomos nós.

Como não somos completamente loucos, e sabemos que Copacabana não é propriamente dos sítios mais seguros que existem, fomos ao restaurante mesmo encostadinho ao hotel, não nos íamos aventurar à noite com a Rita. Tinha uma esplanada, famílias a jantar, movimentado… pareceu-nos bem. Lá jantámos uma picanha e pronto, prontinhos para ir descansar e prepararmo-nos para o dia seguinte.

Antes de jantarmos, estivemos a ver com a recepção do hotel possíveis hipóteses de excursões. Já tínhamos reservado, com o Sr. que nos trouxe do aeroporto, para nos levar no segundo dia ao Cristo Redentor, Morro da Urca e Pão de Açúcar.

Faltava algo para conhecer um pouco mais do Rio Janeiro. Então optámos por reservar uma guia turística, que iria connosco a pé pelo Rio Janeiro e dar-nos a conhecer o mais importante. Para já tem a vantagem de não andarmos só de carro. Para conhecer uma cidade tem de ser a pé, andar de carro do ponto A para o ponto B tira um pouco da mística da cidade. Acho que se fica com pouca noção da realidade… Outra vantagem seria o facto de nos sentirmos mais seguros, de não nos perdermos e aproveitarmos cada bocadinho ao máximo. Sozinhos perderíamos muito mais tempo a saber quais as saídas de metro, quais os sítios mais bonitos ou importantes.

De vários programas que nos foram apresentados pelo hotel, escolhemos o “Rio Histórico”, com duração de 3 horas e R$130 por pessoa.

Aqui fica o site da Lisa, a guia turística que se revelou impecável: Lisa Rio Tours

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